sexta-feira, 29 de maio de 2009

"Façam o favor de ser felizes"

Encontrei este desabafo fantástico com este título delicioso, no Blog da Calamity Jane, vejam que realmente vale a pena! E sejam FELIZES (é uma ordem...)


Em tempos de crise...


(clicar na imagem para aumentar)


Crie a sua própria oportunidade!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Hoje recomendo este "desabafo"...


in Casa de Alterne, by Shark

imagem retirada da net

terça-feira, 26 de maio de 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Irrita-me...

Quando alguém bate num carro e foge e não tem o discernimento de deixar um contacto para que entre seguradoras as coisas se entendam...

abrotea


Ontem uma abrótea (com o devido pedido de desculpa às abroteas mas calculo que não devam conduzir...) passou pelo meu carro que estava bem estacionadinho, sossegado, direitinho e raspou-me o para-chóques lateral esquerdo... valeram-me uns srs. que estavam à porta do Restaurante e que viram e tiraram a matrícula e quando eu cheguei de deram a mesma... Parece que a criatura ia ao telemóvel e ups desviou o carro para cima do meu... :oS


Já liguei para a seguradora, agora terei que preencher a declaração de sinistro, relatar o acontecimento e apresentar uma reclamação à seguradora (vou enviar para as duas, sim porque fui ao site do ISP (Instituto de Seguros de Portugal) e descobri a seguradora da abrótea... agora é só reunir a informação, enviar e aguardar a resposta, a ver vamos, pelo menos vou arreliar alguém, ah isso vou porque já me arreliaram..


pormenor dos riscos no meu "paquito"...

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Sexo é...


"... como jogo de cartas, ou se tem um bom parceiro ou se tem uma boa mão!"

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Uma lição de amizade!

(porque há mails que recebo que merecem ser destacados!)

"O enigma do orgasmo feminino"

O orgasmo feminino é uma coisa da qual as mulheres percebem muito pouco, e os homens ainda menos. Pelo facto de ser uma reacção endócrina, que se dá sem expelir nada, não se apresenta nenhuma prova evidente de que aconteceu, ou de que foi simulado.


Diante deste mistério, investigações continuam, pesquisas são feitas, centenas de livros são escritos, tudo para tentar esclarecer este assunto.


A acompanhar este tema, deu no outro dia uma entrevista na TV com uma conhecida sexóloga, que apresentou uma pesquisa feita nos Estados Unidos na qual se mediu a descarga eléctrica emitida pela periquita no instante do orgasmo.

Os resultados mostram que, na hora H, a pardaleca dispara uma cargade 250.000 micro volts. Ou seja, 5 passarinhas juntas, ligadas em série na hora do "ai meu Deus", são suficientes para acender uma lâmpada*.*

E uma dúzia é capaz de provocar a ignição no motor de um Carocha com a bateria em baixo. Já há até mulheres a treinar para carregar a bateria do telemóvel:

dizem que é só ter o orgasmo e, tchan... carregar.

Portanto, é preciso ter muito cuidado porque *aquilo, afinal, não é uma rata: é uma torradeira eléctrica!!!*

E se der curto-circuito na hora de "virar os olhos"?

Além de vesgo, fica-se com a doença de Parkinson e com a salsicha assada.

Preservativo agora é pouco: tem de se mandar encamisar na Michelin.

E, no momento da descarga, é recomendado usar sapatos de borracha, não os descalçar e não pisar o chão molhado. É também aconselhável que, antes de se começar a molhar o biscoito, se pergunte à parceira se ela é de 110 ou de 220 volts, não se vá esturricar a alheira."

Light My Fire by Wak


( se pensaram que estava aqui a resposta...enganaram-se... ;o)) )

terça-feira, 19 de maio de 2009

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Começar de novo......



É difícil, passados 32 anos, ter que começar de novo.

É complicado depois de se conhecerem todas as regras, de andarmos de braço dado numa tão longa e grande caminhada, pormos de lado tudo o que aprendemos.

O POC tem sido o meu companheiro desta longa jornada, tem sido o meu guia a minha Bíblia. Nele encontrava a ajuda preciosa, o conselho útil, a conta certa. Agora vai ter direito á reforma, no dia 31 de Dezembro passará a fazer parte da história.

Habituei-me, ao longo dos anos a Amortizações, Existências, Inventários e a um sem número de contas, agora terei que me reciclar para a Estrutura Conceptual, para as Imparidades, para os Activos Biológicos, para os Influxos e para uma panóplia de termos que os colarinhos brancos inventaram para seu uso.

Deixaremos de ter princípios e passaremos a ter regras e paradigmas da utilidade.

Que remédio vou começar de novo.

Ah pois é...

O desprezo pelo dinheiro é frequente,
sobretudo naqueles que não o possuem.

Georges Courteline

quinta-feira, 14 de maio de 2009

"AS MARCAS QUE VOCÊ DEIXA NOS OUTROS"

"Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala.
Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém.

Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal.

O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse.

"Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa.

Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.

Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei:

O telefone!

Rapidamente fui ate o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente a cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido.

Alguém atendeu e eu disse:

"Uma informação, por favor".

Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.

"Informações." "Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência.

"A sua mãe não está em casa?", ela perguntou.

"Não tem ninguém aqui...", eu soluçava.

"Está sangrando?"

"Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo..."

"Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou.

Eu respondi que sim.

"Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.

Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo.

Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Philadelphia.

Ela me ajudou com os exercícios de matemática.

Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas.

Então, um dia, Petey, meu canário, morreu.

Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido.

Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que esta crescendo.

Mas eu estava inconsolável.

Eu perguntava: "Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"

Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:

"Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..."

De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.

No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar.

"Você sabe como se escreve exceção?"

Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacifico.

Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston.

Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.

Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de dúvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.

Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um molequinho.

Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.

Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos.

Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi: "Uma informação, por favor."

Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: "Informações."

Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: "Você sabe como se escreve exceção?"

Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: "Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul."

Eu ri. "Então, é você mesma!", eu disse.

"Você não imagina como era importante para mim naquele tempo."

"Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse.

" Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.

"É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e chame a Sally."

Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu : "Informações."

Eu pedi para chamar a Sally. "Você é amigo dela?", a voz perguntou.

"Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul."

"Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas."

Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: "Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?

"Sim."

"A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você." A mensagem dizia:

"Diga a ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender."

Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...

NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS."

Autor desconhecido

terça-feira, 12 de maio de 2009

Silêncio

Quando não se tem talento, diz-se tudo. O homem de talento escolhe e contém-se

Quintiliano

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Sonhos...

"As vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa... e descobrimos que grandes eram mesmo os sonhos e as pessoas pequenas demais para torna-los reais."

Bob Marley

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ver as horas a passar...


Hoje é um daqueles dias que parece que começou mal e assim vai continuar...
Há dias que poderíamos escolher passar por eles, pegar no relógio e rodar os ponteiros, ver as horas a passar rápido, directas ao dia seguinte...

terça-feira, 5 de maio de 2009

"A Crise" segundo Albert Eistein

“Não podemos querer que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a maior benção que pode acontecer as pessoas e aos países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia assim como o dia nasce da noite escura.

É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise se supera a si mesmo sem ter sido superado.

Quem atribui a crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a dificuldade para encontrar as saídas e as soluções. Sem crises não há desafíos, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia.

Sem crises não há méritos. É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia. Falar da crise é promovê-la,e calar-se na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Direito à indignação!


Porque terei a sensação...que por vezes caminhamos de cavalo para burro?!!...